sexta-feira, 28 de novembro de 2008

†█­☠☠MortyciA☠☠█† Monalisa de luto


Veja o vermelho rubro
em cada verso que escrevo
manchando uma folha em branco,
do vermelho intenso que me escorre
pelos dedos.

Vermelho rubro...
do corte feito em meus sentimentos,
derramado no manuscrito que deixo,
letra por letra escorridas dos meus
pensamentos.

Manuscrito de sangue
em cada verso que escrevo,
vermelho rubro...
que me escorre pelos dedos.



ASS: Julyana Navarro

7 comentários:

†█­☠☠Mortycia☠☠█† ☠♥☠┼††┼Navarro┼††┼☠♥☠†ﺎ۞† disse...

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†█­☠☠Mortycia☠☠█† ☠♥☠┼††┼Navarro┼††┼☠♥☠†ﺎ۞† disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
†█­☠☠Mortycia☠☠█† ☠♥☠┼††┼Navarro┼††┼☠♥☠†ﺎ۞† disse...

--††-Na noite sou livre-††--
No vazio de toda noite
Me sinto tão livre, tão liberta
Não preciso mais daquela foice
Agora estou com a mente aberta.

A lua em silêncio me observa
A brisa leve toca meu rosto
Esse é o paraíso que me reserva
A parte de minha vida que tenho gosto.

É nesse maravilhoso momento do dia
Que desperto meu ser escondido
Me livro de toda melancolia
E me entrego ao sentimento proibido.

Quando o dia volta a raiar
Começo de novo a ver rostos
Rostos que gostam de enganar
Com suas falsidades e injúrias que dão desgosto.

Por isso prefiro a noite perambular
Pois assim não haverão rostos com os quais ÓDIO.

Anônimo disse...

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Anônimo disse...

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••••••••●๋Ψ•TE AMO•Ψ●๋•••••••
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†█­☠☠Mortycia☠☠█† ☠♥☠┼††┼Navarro┼††┼☠♥☠†ﺎ۞† disse...

**MYSTHC NAVARRO**

http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAAIGyex2kq-RtXsNXMQxryXi727ptNpw3J9OYGYGN1zKpBl38W4W9cO9bZ0PBzn1RjlGkM3bXhumgDEUPreH7ER0Am1T1UNyBXjC_CH0NLnlIJYGtRR_vcHh9.jpg

†█­☠☠Mortycia☠☠█† ☠♥☠┼††┼Navarro┼††┼☠♥☠†ﺎ۞† disse...

O medo bloqueou minha estrada, limitou meu espaço, acorrentou minha alma, travou meu passo. O medo cercou minha trilha, enforcou-me num laço, calou minhas palavras, me tornou seu escravo. O medo matou dentro de mim uma semente chamada liberdade aquela que brota com o vento e semeia a felicidade. O medo confinou meu ser nas entranhas do destino, num emaranhado como de um arame farpado, arruinado e desprovido. O medo me condenou, me batizou com minhas lágrimas, selou minha boca, cegou minha verdade, esfacelou meu sonho e amordaçou minha vaidade. O medo amputou minha força, esquartejou minha coragem, esfaqueou meu peito... Tornou-me um covarde. O medo escureceu meu brilho, apagou minhas estrelas , Secou meu riacho , murchou minha flor... Tornou-me seu capacho. O medo quebrou o cristal polido, estilhaçou em mil pedaços minha face de vidro, não sou mais eu . Agora sou apenas... cacos perdidos